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Gestão do processo do conhecimento  - parte 7

A utilização do conhecimento

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Gestão do processo do conhecimento - parte 6

A Transferência do conhecimento

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Gestão do processo do conhecimento - parte 5

Armazenamento do conhecimento

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Gestão do processo do conhecimento - parte 3

Elementos da gestão do conhecimento

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Gestão do processo do conhecimento - parte 2

Breve história da gestão do conhecimento

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Gestão do processo do conhecimento - parte 1

Origem, instrumentos e tipologia do conhecimento

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Empregabilidade: criatividade

Equipes criativas: o comportamento humano nas organizações se caracteriza de diversas formas, uma delas é pelo nível criativo de seus integrantes. A capacidade de se criar algo em função das estratégias traçadas por uma organização é coisa rara, não porque falte nas pessoas, mas porque muitas empresas não possuem a cultura de incentivo à criatividade do seu capital intelectual. A formação de tal cultura de criatividade necessita de alguns fatores como ambiente amigável, liberdade de expressão, estrutura de comunicação formal flexível e desburocratizada, ou seja, o processo de criatividade necessita de máxima abertura comunicacional para tramitar idéias. Maíza Neville resume bem o que quero dizer: "a melhor forma de gerenciar pessoas criativas é encorajá-las a apresentar suas idéias livremente, em um ambiente que recompense a inovação, dentro de uma estrutura de valores e objetivos da empresa." (ver artigo completo).

Por outro lado, a gerência autocrática reprime tal processo; a verticalização acentuada da estrutura dificulta a tomada de decisão e desmotiva a equipe que espera feedback (pra ontem) das suas idéias.

Quem tem medo de lobo mal? A capacidade de se expressar dos funcionários é algo crítico para as empresas que buscam nesses a criatividade. Entretanto, somos seres temerosos ao feedback dos nossos “chefes”. Até então, esses só nos chamavam para reclamar do nosso trabalho (a dita "sentada") e não para elogiá-lo. Tal realidade vem se alterando, mas ainda podemos encontrar pessoas com o senso crítico tal a preconizada na Teoria X de McGregor.
Cabe aos novos gestores deixar de lado tal teoria e partir para a gestão criativa, onde a comunicação flui de todos os níveis com liberdade e maturidade.

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Empregabilidade: competências comportamentais e ensino superior

Empregabilidade ou liquidez profissional. Parece-me uma boa forma de pensar a capacidade de um profissional de estar sempre em atividade no mercado de trabalho; sua capacidade de manter-se empregado.  Hoje, competências comportamentais são bastante exigidas pelas empresas. Talvez porque outras competências sejam mais fáceis de serem ensinadas que aquelas. Então as empresas trilham um caminho mais curto e menos dispendioso!
Durante minhas aulas, tento transmitir aos alunos e às alunas a importância de desenvolverem competências comportamentais. Assim, aplico atividades que focalizem esse desenvolvimento pela vivência, principalmente as relacionadas à comunicação.
Patrícia Bispo, no site Rh.com.br, relaciona as seguintes competências comportamentais: trabalho em equipe, capacidade de negociação, liderança, comunicação, criatividade/inovação, prudência, flexibilidade, otimismo, assertividade, ética, valorização da qualidade de vida, visão holística, compartilhamento de conhecimento, autodesenvolvimento e intuição. Creio que ela abordou muito bem cada um desses elementos. É uma boa darem uma olhada!
Entretanto, identifico um problema no processo educacional: a escassez do tempo! Os cursos de graduação possuem um currículo carregado, competências exigidas pelo MEC devem ser cumpridas. Nós seremos avaliados pelo órgão superior. Não há tempo hábil para nós, docentes e discentes, desenvolvermos atividades comportamentais abrangentes como as vistas acima (isso consome um bom tempo).
Em fim, suprir o mercado com profissionais com tais competências parece tarefa quase impossível. Afinal, o ensino superior deveria ajudar as pessoas a se desenvolverem de acordo com as expectativas das organizações. Não me parece que esse link exista num grau satisfatório.
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Em busca de emprego?

TÁ PROCURANDO EMPREGO? Não sabe onde começar? Pois comece investindo em você

Abílio Diniz, em entrevista a Você SA (número 141), diz qual o perfil que o pretendente a um dos 10.000 cargos que o Grupo Pão de Açúcar abrirá este ano precisa cultivar. São elas: capacidade de aprender, capacidade de executar várias tarefas.

Faço algumas observações sobre essas capacidades.

Sobre a capacidade de aprender, não basta que você tenha “boa vontade” para aprender, pois o aprendizado diz respeito a outros fatores.Ter boa capacidade de comunicação:ser assertivo, saber ouvir, saber dar e receber feedback e; ter discernimento sobre como aplicar o que se aprendeu são partes desses fatores. O aprendizado é um processo que engloba aquele que ensina, aquele que aprende, o conteúdo que se aprende e o ambiente por onde se passa o aprendizado. Na geração do conhecimento, aprender não significa reter o que se aprendeu, mas ensinar, passar adiante a informação, ser também a pessoa que ensina. Portanto, a capacidade de aprender remete à capacidade, futura, de ensinar!

Sobre a capacidade de executar várias tarefas. Bem, se você dominou a capacidade de aprender, então aprenda a viver em grupos com perfis distintos, pois para trabalhar em um ambiente multitarefa é necessário a capacidade de adaptação. Num dia você está no almoxarifado, movimentando caixas empoeiradas; no outro, você está na diretoria discutindo planejamento estratégico. São grupos com pessoas de culturas distintas, objetivos distintos e relacionamentos profissionais distintos. Seu comportamento precisa mudar, e rápido.

Na entrevista, Abilio Diniz ainda refere-se à disciplina e à determinação que os candidatos devem ter.

Fechando o artigo, o empresário, de 73 anos, diz que um profissional capacitado trabalha bem em qualquer empresa. Em suas palavras: "Competência, capacidade de organização, proatividade, preocupação com gestão de pessoas, estruturação de processos e de trabalho são essenciais em um profissional capacitado".

Abraços.
PS. veja, ainda, em VOCESA: controle a sua raiva; erros de recrutamento.

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